71. Lux
Uma unidade padrão de medida de iluminação.
72. Endereço MAC (Media Access Control address, endereço de Controle de Acesso a Mídia)
Um endereço MAC é um identificador exclusivo associado a um equipamento de rede ou, mais especificamente, à sua interface com a rede. Por exemplo, o cartão de rede em um computador tem seu próprio endereço MAC.
73. Íris manual
É o oposto à íris automática, ou seja, a íris da câmera deve ser ajustada manualmente para regular a quantidade de luz que pode alcançar o sensor de imagem.
74. Mbit/s (Megabits por segundo)
Uma medida de taxa de bits, ou seja, a taxa em que os bits passam por determinado ponto. Comumente usado para dar a “velocidade” de uma rede. Uma LAN deve ser executada a 10 ou 100 Mbit/s. Consulte também Taxa de bits.
75. Monitor
Um monitor é muito similar a um aparelho de televisão padrão, mas não tem todo o aparato eletrônico para captar os sinais regulares da televisão.
76. Motion JPEG
O Motion JPEG é uma técnica simples de compactação/descompactação de vídeo em rede. A latência é baixa e a qualidade da imagem é garantida, independentemente de movimento ou complexidade da imagem. A qualidade da imagem é controlada ajustando-se o nível de compactação, que, por sua vez, oferece controle sobre o tamanho do arquivo e, assim, sobre a taxa de bits.
Imagens individuais de alta qualidade do fluxo Motion JPEG são facilmente extraídas. Consulte também JPEG e GIF. Leia mais: Padrões de compactação
77. Megapixel
Consulte Pixel.
78. MPEG (Moving Picture Experts Group, Grupo MPEG)
O Grupo MPEG desenvolve padrões para compactação de vídeo e áudio digital. Ele opera sob os auspícios da ISO (Organização Internacional para a Normalização). Os padrões MPEG são uma série em desenvolvimento, cada qual com um diferente propósito. Leia mais: Padrões de compactação
79. MPEG-2
MPEG-2 é a designação dada a um grupo de padrões de codificação de áudio e vídeo, geralmente usado para codificar áudio e vídeo para a transmissão de sinais, incluindo satélite digital e TV a Cabo. O MPEG-2, com algumas modificações, também é o formato de codificação usado por DVDs comerciais padrão. Leia mais: Padrões de compactação
80. MPEG-4
MPEG-4 é um grupo de padrões de codificação de áudio e vídeo e tecnologias relacionadas. O padrão MPEG-4 é principalmente usado na distribuição da Web (mídia de fluxo contínuo) e de CD, conversações (videofone) e transmissão de televisão.
A maioria dos recursos incluídos no MPEG-4 são deixados para que os desenvolvedores individuais decidam se desejam implementá-los ou não. Isso significa que não há provavelmente nenhuma implementação completa do conjunto inteiro de padrões MPEG-4. Para lidar com isso, o padrão inclui o conceito de "perfis" e "níveis", permitindo que um conjunto específico de recursos seja definido de forma apropriada para um subconjunto de aplicativos. Leia mais: Padrões de compactação
81. Multicast
Tecnologia de conservação de largura de banda que reduz o uso de largura de banda enviando simultaneamente um único fluxo de informações a vários destinatários da rede. Consulte também Unicast.
82. Multiplexador
Um multiplexador é um comutador de alta velocidade que fornece imagens de tela inteira de até 16 câmeras analógicas. Os multiplexadores podem reproduzir qualquer coisa que tenha acontecido em qualquer câmera sem nenhuma interferência das outras câmeras do sistema.
83. Conectividade de rede
A conexão (de protocolo) física (com ou sem fio) e lógica de uma rede de computadores ou de um dispositivo individual com uma rede, como a Internet ou uma LAN.
84. NTSC (National Television System Committee, Comitê Nacional de Padrões Televisivos)
O NTSC é um sistema analógico de codificação de cores usado em sistemas de televisão no Japão, nos Estados Unidos e em outras partes das Américas. O NTSC define o sinal de vídeo usando 525 linhas de TV por quadro, a uma taxa de atualização igual a 30 quadros por segundo. Consulte também PAL.
85. OEM (Original Equipment Manufacturer, Fabricante de Equipamento Original)
Designação dada às empresas que fabricam equipamentos que depois são comercializados e vendidos para outras empresas, que então colocam sua própria marca no produto.
86. PAL (Phase Alternating Line)
O PAL é um sistema analógico de codificação de cores usado em sistemas de televisão na Europa e em muitas outras partes do mundo. O PAL define o sinal de vídeo usando 625 linhas de TV por quadro, a uma taxa de atualização de 25 quadros por segundo. Consulte também NTSC.
87. PEM (Privacy Enhanced Mail)
Um padrão mais antigo de segurança de correio eletrônico. O formato PEM é geralmente usado para representar um certificado HTTPS ou uma solicitação de certificado.
88. Ping
Ping é um programa básico de rede usado diagnosticamente para verificar o status de um host ou dispositivo de rede. O ping pode ser usado para ver se um determinado endereço de rede (endereço IP ou nome de host) está ocupado ou não, ou se o host nesse endereço está respondendo normalmente. O ping pode ser executado, por exemplo, do prompt de comando do Windows ou na linha de comando do Unix.
89. Pixel (Picture Element, Elemento de Imagem)
Um pixel é um dos muitos pontos minúsculos que formam uma imagem digital. A cor e a intensidade de cada pixel representa uma área minúscula da imagem completa.
90. PoE (Power over Ethernet)
O Power over Ethernet fornece energia a um dispositivo de rede através do mesmo cabo usado para a conexão de rede. Esse padrão é muito útil para Vigilância IP e para aplicativos de monitoramento remoto onde é impraticável ou muito caro conectar o dispositivo a uma tomada de força. Leia mais: Power over Ethernet
91. PPP (Point-to-Point Protocol, Protocolo Ponto a Ponto)
Um protocolo que usa uma interface serial para a comunicação entre dois dispositivos de rede. Por exemplo, um PC conectado por uma linha telefônica a um servidor.
92. PPTP (Point-to-Point Tunneling Protocol, Protocolo de Encapsulamento Ponto a Ponto)
Um protocolo (conjunto de regras de comunicação) que permite que as corporações estendam sua própria rede corporativa através de "túneis" privados via Internet pública. Dessa forma, uma corporação pode usar efetivamente uma Rede de Longa Distância (WAN) como uma única e grande Rede Local (LAN). Esse tipo de interconexão é conhecido como rede virtual privada (VPN).
93. Imagens pré/pós-alarme
As imagens imediatamente antes e após um alarme. Essas imagens são armazenadas em um buffer para recuperação posterior.
94. Varredura progressiva
A varredura progressiva, ao contrário do vídeo entrelaçado, varre toda a imagem, linha por linha, a cada 1/16 de segundo. Em outras palavras, as imagens capturadas não são divididas em campos separados, como na varredura entrelaçada.
Os monitores de computador não precisam se entrelaçar para mostrar a imagem na tela; eles mostram as imagens progressivamente, uma linha de cada vez, em perfeita ordem, ou seja, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, etc. Assim, não há praticamente nenhum efeito de "cintilação". Em uma aplicação de vigilância, isso pode ser crítico na visualização de detalhes de uma imagem em movimento, como uma pessoa correndo. É necessário um monitor de alta qualidade para que se aproveite todo o potencial da varredura progressiva. Consulte também entrelaçamento. Leia mais: Varredura progressiva vs. entrelaçamento
95. Protocolo
Um conjunto especial de regras que controlam como duas entidades se comunicam. Os protocolos são encontrados em muitos níveis de comunicação. Existem protocolos de hardware e protocolos de software.
96. Servidor proxy
Em uma empresa que usa a Internet, um servidor proxy atua como intermediário entre um usuário de estação de trabalho e a Internet. Isso oferece segurança, controle administrativo e serviço de cache. Qualquer servidor proxy associado a um servidor gateway, ou à parte de um servidor gateway, separa efetivamente a rede corporativa da rede externa e do firewall local. É o servidor de firewall que protege a rede corporativa de intrusão externa.
Um servidor proxy recebe solicitações de serviços da Internet (como solicitações de páginas da Web) de muitos usuários. Se o servidor proxy também for um servidor de cache, ele examinará seu cache local de páginas da Web já descarregadas. Se ele encontrar a página, ela será retornada ao usuário sem o encaminhamento da solicitação à Internet. Se a página não estiver no cache, o servidor proxy, atuando como cliente em nome do usuário, usará um de seus próprios endereços IP para solicitar a página de outro servidor via Internet. Quando a página solicitada for retornada, o servidor proxy a encaminhará para o usuário que a solicitou originalmente.
97. P-VOP
Consulte VOP.
98. Modo de exibição Quadrante
Um modo de exibição Quadrante exibe imagens de até quatro câmeras em uma única tela; onde as imagens de cada câmera ocupam aproximadamente um quarto da área de exibição.
99. (QoS) Qualidade do Serviço
A QoS é o meio de garantir um certo nível de determinado recurso para o tráfego selecionado em uma rede. A qualidade pode ser definida como, por exemplo, um nível constante de largura de banda, baixa latência, nenhuma perda de pacote, etc. A QoS nos produtos de vídeo em rede da Axis marca os pacotes de dados para vários tipos de tráfego de rede provindos do produto. Isso permite que os roteadores e switches de rede reservem, por exemplo, uma quantidade fixa de largura de banda para esses tipos de tráfego. Leia mais: QoS (Qualidade do Serviço)
100. Resolução
A resolução de imagem é uma medida do nível de detalhes que uma imagem digital pode ter: quanto maior a resolução, maior o nível de detalhes. A resolução pode ser especificada como o numero de colunas em pixels (largura) pelo número de linhas em pixels (altura), por exemplo, 320x240.
De outra forma, o número total de pixels (geralmente em megapixels) na imagem pode ser usado. Em sistemas analógicos, também é comum usar outras designações de formato, como CIF, QCIF, 4CIF, etc. Leia mais: Resolução
101. RS-232
O RS-232 é um padrão já estabelecido há muito tempo que descreve a interface física e o protocolo para a comunicação de dados seriais de baixa velocidade entre dispositivos. Essa é a interface que um computador usa, por exemplo, para se comunicar e trocar dados com um modem e com outros dispositivos seriais.
102. RS-422
O RS-422 é um protocolo de comunicação de dados seriais que especifica comunicações multidrop, linha diferencial, full duplex, de 4 fios. Ele fornece transmissão balanceada de dados com linhas de transmissão unidirecionais/não reversíveis, terminadas ou não terminadas. O RS-422 não permite múltiplos drivers, somente múltiplos receptores. A faixa máxima recomendada é de 4.000 pés (1200 metros). A taxa de transmissão máxima recomendada é de 10Mbit/s.
103. RS-485
O RS-485 é uma versão atualizada do RS-422 que suporta até 32 dispositivos na mesma conexão. O RS-485 é uma especificação elétrica de conexão serial multiponto, half duplex, de dois fios. Essa especificação permite a configuração de redes locais de baixo custo e links de comunicação multidrop. Oferece alta velocidade de transmissão de dados (até 10Mbit/s) e, como usa uma linha diferencial balanceada em par trançado (como o RS-422), pode alcançar distâncias relativamente grandes (4000 pés ou 1200 metros). O RS-485 só especifica as características elétricas do driver e do receptor. Não especifica nem recomenda nenhum protocolo de dados.
104. RTCP (Real-Time Control Protocol, Protocolo de Controle RTP)
O RTCP dá suporte a conferências de grupos em tempo real, de qualquer tamanho, dentro de uma intranet. Esse suporte inclui identificação de fontes e suporte para gateways, como pontes de áudio e vídeo, assim como conversores multicast-unicast.
Ele oferece feedback da qualidade do serviço dos receptores para o grupo multicast, assim como suporte para a sincronização de diferentes fluxos de mídia.
105. RTP (Real-Time Transport Protocol, Protocolo de Transporte em Tempo Real)
O RTP é um protocolo da Internet para o transporte de dados em tempo real, por exemplo, áudio e vídeo. Ele pode ser usado para mídia sob demanda e para serviços interativos, como telefonia pela Internet.
106. RTSP (Real Time Streaming Protocol, Protocolo RTSP)
O RTSP é um protocolo de controle e um ponto de partida para negociar transportes, como RTP, multicast e Unicast, e para negociar codecs.
O RTSP pode ser considerado um “controle remoto” para controlar o fluxo de mídia entregue por um servidor de mídia. O servidores RTSP usam geralmente o RTP como protocolo para o transporte real de dados de áudio/vídeo.
107. Roteador
Um dispositivo que determina o próximo ponto na rede para o qual um pacote deve ser encaminhado em seu trajeto até seu destino final. Um roteador cria e/ou mantém uma tabela de roteamento especial que armazena informações sobre como alcançar melhor certos destinos. Um roteador é às vezes incluído como parte de um switch de rede. Consulte também Switch.
108. Servidor
Em geral, um servidor é um programa de computador que presta serviços a outros programas de computador no mesmo ou em outros computadores. Um computador que executa um programa de servidor geralmente é conhecido como servidor. Na prática, o servidor pode conter qualquer número de programas de servidor e cliente. Um servidor Web é um programa de computador que fornece os arquivos ou as páginas HTML solicitadas ao cliente (navegador).
109. Nitidez
Este é o controle de detalhe fino em uma imagem. Esse recurso foi originalmente introduzido em aparelhos de TV a cores que usavam decodificadores de filtro corta-faixa. Esse filtro retirava todos os detalhes de alta freqüência na região em preto e branco da imagem. O controle de nitidez tentava recolocar alguns desses detalhes na imagem. Os controles de nitidez são praticamente supérfluos nas TVs de alta definição da atualidade. Eles só são necessários hoje em uma máquina VHS.
110. Simplex
Em uma operação simplex, um cabo de rede ou um canal de comunicação só pode enviar informações em uma única direção. Consulte também Full duplex. Leia mais: Áudio
111. SMTP (Simple Mail Transfer Protocol, Protocolo de Transferência de Correio Simples)
O SMTP é usado para enviar e receber e-mail. Entretanto, como ele é “simples”, está limitado a enfileirar mensagens na extremidade receptora, e é geralmente usado com um destes dois outros protocolos: POP3 or IMAP. Esses outros protocolos permitem ao usuário salvar mensagens na caixa de correio de um servidor e fazer download delas periodicamente do servidor.
A autenticação SMTP é uma extensão do SMTP, onde o cliente deve fazer logon no servidor de correio antes ou durante o envio do e-mail. Ela pode ser usada para permitir que usuários legítimos enviem e-mail e para negar o serviço a usuários não autorizados, como remetentes de spams.
112. SNMP (Simple Network Management Protocol, Protocolo SNMP)
O SNMP faz parte do conjunto IP, como definido pela Internet Engineering Task Force. O protocolo pode dar suporte ao monitoramento de dispositivos conectados a redes em qualquer condição que garanta atenção administrativa.
113. Soquetes
Os soquetes são um método de comunicação entre um programa cliente e um programa de servidor em uma rede. Um soquete é definido como o "ponto de extremidade em uma conexão". São criados e usados com um conjunto de solicitações de programação ou "chamadas de função", às vezes chamadas interface de programação de aplicativo (API) de soquetes.
114. SSL/TLS (Secure Socket Layer/Transport Layer Security)
Esses dois protocolos (o SSL é seguido pelo TLS) são protocolos criptográficos que fornecem comunicação segura por uma rede. O SSL é comumente usado no HTTP para formar HTTPS, como usado na Internet, por exemplo, para fazer transações financeiras eletrônicas. O SSL usa certificados de chave pública para verificar a identidade do servidor.
115. Sub-rede & máscara de sub-rede
Uma sub-rede é uma parte separada e identificável de uma rede da organização. Geralmente, uma sub-rede pode representar todas as máquinas em um único local geográfico, em um prédio ou na mesma rede local (LAN). Se a rede de uma organização estiver dividida em sub-redes, ela pode ser conectada à Internet com um único endereço de rede compartilhado.
A máscara de sub-rede é a parte do endereço IP que informa um roteador de rede como encontrar a sub-rede ao qual o pacote de dados deve ser entregue. O uso de uma máscara de sub-rede evita que o roteador tenha de manipular o endereço IP inteiro de 32 bits. Ele simplesmente examina os bits selecionados pela máscara.
116. Switch
Um switch é um dispositivo de rede que conecta os segmentos de rede juntos, e que seleciona um caminho para enviar uma unidade de dados ao seu próximo destino. Em geral, um switch é um mecanismo mais simples e rápido que um roteador, que requer conhecimento sobre a rede e de como determinar a rota. Alguns switches incluem a função de roteador. Consulte também Roteador.
117. TCP (Transmission Control Protocol, Protocolo de Controle de Transmissão)
O TCP é usado com o Protocolo IP para transmitir dados como pacotes entre computadores pela rede. Enquanto o IP cuida da entrega dos pacotes reais, o TCP controla os pacotes individuais em que a comunicação (por exemplo, um arquivo de página da Web) é dividida, e, quando todos os pacotes tiverem alcançado seu destino, ele os remonta para formar novamente o arquivo completo.
O TCP é um protocolo orientado a conexão, o que significa que uma conexão é estabelecida entre dois pontos de extremidade e é mantida até que os dados tenham sido trocados com êxito entre os aplicativos de comunicação.
118. Telnet
O Telnet é um método simples por meio do qual acessar outro dispositivo de rede, por exemplo, um computador. O protocolo HTTP e os protocolos FTP permitem que você solicite arquivos específicos de computadores remotos, mas não permitem que você faça logon como usuário desse computador. Com o Telnet, você pode fazer logon como usuário regular, independentemente do nível de privilégio que lhe foi concedido para aplicativos específicos e para os dados que estão armazenados nesse computador.
119. TVL (Linhas de TV)
Um método de definição de resoluções no vídeo analógico.
120. UDP (User Datagram Protocol, Protocolo de Datagrama de Usuário)
O UDP é um protocolo de comunicação que oferece serviço limitado para a troca de dados em uma rede que use o Protocolo IP. O UDP é uma alternativa ao Protocolo TCP. A vantagem do UDP é que ele não necessita entregar todos os dados e pode descartar pacotes da rede quando houver, por exemplo, congestionamento na rede. Isso é conveniente para vídeo ao vivo, pois não há sentido retransmitir informações antigas que não serão mesmo exibidas.
121. Unicast
Comunicação entre um único remetente e um único destinatário por uma rede. Uma nova conexão é estabelecida para cada novo usuário. Consulte também Multicast.
122. UPnPTM
Um conjunto de protocolos de redes de computadores que permite a detecção automática ponto a ponto de dispositivos na rede. O UPnP é promovido pelo UPnP Forum.
123. URL (Uniform Resource Locator, Localizador Uniforme de Recursos)
Um "endereço" na rede.
124. USB
(Universal Serial Bus, Barramento Serial Universal) Uma interface plug-and-play entre um computador e dispositivos periféricos (scanners, impressoras, etc.).
125. Lente varifocal
Uma lente varifocal fornece uma ampla gama de comprimentos focais, ao contrário de uma lente com comprimento focal fixo, que só fornece um.
126. Codificador de vídeo
Servidor de vídeo. Leia mais: O que é um servidor de vídeo?
127. VPN (Virtual Private Network, Rede Virtual Privada)
Essa rede cria um “túnel”seguro entre os pontos dentro da VPN. Somente dispositivos com a "chave" correta poderão trabalhar na VPN. A rede VPN pode ser dentro de uma LAN corporativa (Rede Local), mas diferentes sites também pode ser conectados pela Internet de forma segura. A VPN é bastante usada para conectar um computador remoto à rede corporativa, por exemplo, via linha de telefone direta ou via Internet. Leia mais: Segurança de rede
128. VOP (Video Object Plane)
Um VOP é um quadro de imagem em um fluxo de vídeo MPEG-4. Há vários tipos de VOP:
- Um I-VOP é um quadro completo de imagem.
- Um P-VOP codifica as diferenças entre imagens, contanto que seja mais eficiente para fazer isso. Do contrário, codifica a imagem inteira, que também pode ser uma imagem completamente nova.
129. WAN (Wide-Area-Network, Rede de Longa Distância)
Similar à LAN, mas em uma escala geográfica maior.
130. W-LAN (Wireless LAN, LAN Sem Fio)
Uma LAN sem fio é uma rede local sem fio que usa ondas de rádio como portadora: onde as conexões de rede para usuários finais são sem fio. A principal estrutura de rede geralmente usa cabos.
131. Servidor Web
Um servidor Web é um programa que permite aos navegadores da Web recuperar arquivos de computadores conectados à Internet. O servidor Web ouve as solicitações dos navegadores da Web e, ao receber uma solicitação de arquivo, envia-o de volta ao navegador.
A principal função de um servidor Web é enviar páginas para outros computadores remotos; assim, ele precisa estar instalado em um computador que esteja permanentemente conectado à Internet. Ele também controla o acesso ao servidor, ao mesmo tempo que monitora e registra estatísticas de acesso ao servidor.
132. WEP (Wired Equivalent Privacy, Privacidade Equivalente à das Redes com Fio)
Um protocolo de segurança sem fio, especificado no padrão IEEE 802.11, projetado para conferir a uma rede local sem fio (WLAN) um nível de segurança e privacidade comparável àquele geralmente esperado de uma LAN com fio. A segurança apresenta dois níveis diferentes: criptografia de 40 bits e 128 bits. Quanto mais alto o número de bits, mais segura é a criptografia. Leia mais: Segurança de rede
133. WINS (Windows Internet Naming Service, Serviço de Cadastramento na Internet do Windows)
Parte do Microsoft Windows NT Server, o WINS gerencia a associação de nomes e locais da estação de trabalho a endereços IP, sem que o usuário ou o administrador precisem interferir em cada mudança de configuração.
134. WPA-PSK (Wi-Fi Protected Access - Pre-Shared Key)
Esse método de criptografia sem fio usa uma chave pré-compartilhada (PSK) para o gerenciamento de chaves. Normalmente as chaves podem ser inseridas como valores hexadecimais manuais, como caracteres hexadecimais ou como Senha. O WPA-PSK oferece um maior grau de segurança do que a criptografia WEP.
135. Lente de zoom
Uma lente de zoom pode ser movida (redimensionada) para aumentar a visão de um objeto para mostrar mais detalhes.